MA volta a cair em ranking sobre gestão pública no país

Índice maranhense caiu 10 pontos, segundo dados divulgados na revista Veja (Foto: Divulgação)

Reportagem da revista Veja publicada na sexta-feira, 14, informou números da edição 2018 do Ranking de Competitividade, do Centro de Liderança Pública (CLP), e confirmou que o Maranhão segue em queda quando o assunto é gestão pública.

Com o segundo pior índice (32,6) – e tendo perdido uma posição em relação ao levantamento de 2017 -, a gestão Flávio Dino (PCdoB) está à frente apenas do Acre (31,4).

Segundo a revista Veja, o ranking é composto a partir da seleção de 68 indicadores, distribuídos em 10 pilares temáticos entre eles Infraestrutura, solidez fiscal, sustentabilidade social, segurança pública e eficiência da máquina.

Evolução
Essa é a terceira queda seguida no ranking desde 2015, quando o comunista assumiu o governo.
Naquele ano, primeiro da gestão Dino, o Maranhão figurava na 20ª posição, com índice de 43,1.
Depois disso, em 2016, a primeira queda da atual administração: o estado perdeu três posições, caindo para 23º, com índice de 34,3. Em 2017, duas posições a menos e índice 31,5.

Agora, em 2018, apesar da discreta alta no índice, a gestão comunista não acompanhou o desempenho de outros estados, tendo sido ultrapassado por Amapá e Sergipe e ficando à frente apenas do Acre.

No total, ao longo desses quatro anos, são 10 pontos e seis posições a menos.

Pilares
O pilar em que o Maranhão tem pior desempenho é o de sustentabilidade social, cuja nota foi zero. Neste pilar, estão questões como saneamento básico (esgoto), cuja nota é 12,6; famílias abaixo da linha da pobreza, que tem nota zero; inadequação de moradia, que também é zero; mortalidade infantil, nota 43,9; e inserção de jovens no mercado de trabalho, que tem nota 1,1.

Se comparar este pilar de 2018 – o pior de todos registrados no Ranking dos Estados – com anos anteriores, é possível perceber como o Maranhão regrediu nas políticas relacionadas a sustentabilidade social. Um exemplo é sobre a inserção de jovens no mercado de trabalho. Em 2015, quando Flávio Dino assumiu o governo, o Maranhão ocupava a 18ª posição, caindo em três anos oito posições e ficando na 26ª.

Na Educação, outro pilar que faz parte dos dados para compor o Ranking dos Estados, o Maranhão obteve nota 10, ficando na 20ª posição. Algumas questões integram este pilar. Uma delas diz respeito ao abandono dos estudantes no ensino médio. A nota é zero.

Em relação ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), pelos dados do ranking, o Maranhão – em 2018 – ocupa a 23ª posição, com pontuação 11,1.

Maranhão fica longe de média nacional

A média do índice no Brasil é de 49,4. Em todos os 10 pilares analisados, o Maranhão fica abaixo da média em todos. O estado, sob o comando de Flávio Dino, fica atrás dos vizinhos Piauí e Ceará. O primeiro está na 21ª posição no ranking e o segundo, na 12ª. Em nota dos pilares, o Maranhão perde para os dois estados em educação, sustentabilidade social, solidez fiscal, inovação, potencial de mercado e infraestrutura.

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